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"Cigarettes and coffee, man, that's a combination."
World Press Photo of the year



















1, foi uma fotógrafa igualmente fantástica, chamada Annie Leibovitz.Nascida em Connecticut em 1949, Annie inicialmente só criava retratos. Porém, o seu gosto pela fotografia foi aguçando o
apetite para aperfeiçoar as suas técnicas e resolveu tirar um curso. Em 1970, Annie Leibovitz apresentou o seu portfólio a Jann Wenner, o editor que fundou a revista Rolling Stone, tendo este ficado impressionadíssimo com os seus trabalhos. A fotógrafa foi instantaneamente incumbida duma missão, sendo essa fotografar o John Lennon para a capa da revista de Janeiro de 1971. Annie foi contratada e, dois anos mais tarde, foi nomeada para chefe de fotografia da Rolling Stone, tendo permanecido no cargo até 1983. Annie fez vários trabalhos importantes para esta revista, como a reportagem fotográfica da tour dos Rolling Stones no continente americano, em 1975.

banheira cheia de leite e a Demi Moore fotografada nua, segurando a sua enorme barriga, são dois exemplos dos trabalhos mais conhecidos desta fotógrafa.







Hoje, uma grande amiga minha deu-me a conhecer um fotógrafo que me captou a atenção e fascinou-me por completo. José Maria Rodríguez Madoz, mais conhecido por Chema Madoz, nasceu em Madrid em 1958. Já recebeu vários prémios: em 1991 ganhou o Prémio Kodak em Espanha e em 2000 ganhou três prémios (Prémio Nacional de Fotografia em Espanha, Prémio Higasikawa Overseas Photographer, no Higasikawa PhotoFestival no Japão e o Prémio PhotoEspaña).
ossa perspectiva e reflexão sobre elas acompanha esse salto. Os pormenores dos seus trabalhos são incríveis. Madoz capta detalhes que, apesar de parecerem óbvios, nós não nos lembraríamos de os aplicar. Os objectos aparecem diante dos nossos olhos com outro significado, com outro humor, por vezes com um cariz paradoxal, despertando em nós novas sensações e exclamações como "Aaaah!", "Repara só o pormenor!", "Fantástico!", ...!